Presidente da Assembleia participou esta semana de debate sobre o tema com o Sindenergia RS.

Nesta quinta-feira, 4, o presidente da Assembleia, Ernani Polo participou junto ao presidente do Sindienergia RS, Guilherme Sari da semana de debate sobre as demandas em energias renováveis no RS, levando em consideração investimentos revistos ao setor e o papel do parlamento gaúcho neste tema. No mesmo dia o deputado participou de reunião com o coordenador do Comitê de Monitoramento a Implantação de Pequenas Centrais Hidrelétricas no RS (Compech), Paulo Sérgio da Silva, e com o empreendedor Epitácio Barzotto.

O deputado que assumiu em 2019 a Frente Parlamentar em Apoio às Pequenas Centrais Hidrelétricas, desenvolveu uma série de ações para viabilizar mais investimentos no Estado em PCHs, bem como em outras energias renováveis, como solar e eólica. Neste sentido manteve contato direto com a Secretaria do Meio Ambiente e Fepam, buscando destravar processos e permitir novos investimentos. Estão em implementação 9 projetos entre PCHs e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs), com investimentos da ordem de R$ 500 milhões, que vão gerar 50 megawatts de energia. No entanto, ainda existem 90 projetos na Fepam para serem implementados, em investimentos de 4 bilhões de reais.

 “ A Assembleia Legislativa está atenta a esta importante demanda que existe no Estado para as energias renováveis e incluímos esta pauta nos debates do Cresce RS.  Ao instalarmos a Frente em Apoio as PCHS nos comprometemos a atuamos para destravar os investimentos que são fundamentais para a matriz energética do RS . Precisamos impulsionar o setor, buscar mais celeridade nos projetos, porque isso traz um resultado muito positivo em geração de energia, mais ICMS, emprego e renda ”, disse o deputado Ernani Polo.

Em Brasília, a pauta tem o apoio do senador gaúcho Luís Carlos Heinze (PP), que destaca que sua atuação se dá especialmente em órgãos como Aneel e Ministério de Minas e Energia, com o objetivo de ajudar a derrubar os entraves nos processos das PCHs. “O Rio Grande importa mais ou menos a metade da energia que consome. Temos que mudar isso, ajudar quem quer empreender”, afirmou.