Na próxima segunda-feira, 22, às 11h30, será lançada, no salão Julio de Castilhos da Assembleia Legislativa, a Frente Parlamentar em Apoio à Evolução do Status Sanitário Animal do Rio Grande do Sul, por proposição do deputado Ernani Polo, com apoio do Fundesa e diversas entidades representativas do setor.

De acordo com o parlamentar, a criação da Frente se justifica pela exigência cada vez maior dos mercados mundiais, no que se refere à qualidade e sanidade alimentar. Considerando a importância das cadeias produtivas na área animal no Rio Grande do Sul, setor que possui uma grande qualidade na produção e tem uma importância econômica muito relevante para o Estado, a Frente terá objetivo de fazer uma interlocução entre entidades, governos federal e estadual e Câmara Federal, no sentido de avançar para a meta da elevação do status sanitário do Estado.

A Frente Parlamentar irá trabalhar pelo avanço do status sanitário animal de um modo geral, intensificando ações e fortalecendo algumas que já estão em curso, como a busca de tornar o Rio Grande do Sul um estado livre de febre aftosa sem vacinação e também na busca pelo status de estado livre do morno sem a necessidade do exame. Segundo o parlamentar, mesmo sabendo que esta é uma decisão técnica, busca-se com a Frente, através da interlocução política, auxiliar e viabilizar as condições técnicas necessárias.

“O Rio Grande do Sul é exportador por excelência de proteína animal e, através de um trabalho da Secretaria Estadual da Agricultura nos últimos anos, foram desenvolvidas em conjunto com entidades e ministério da agricultura, para buscar a elevação do status sanitário animal, e equiparar o Rio Grande do Sul ao estado de Santa Catarina, visando também que o Estado possa se tornar zona livre de febre aftosa sem vacinação”, destacou o deputado Ernani Polo.

“A iniciativa da criação da Frente Parlamentar é muito louvável, tendo em vista o momento em que se começa a avaliar a possibilidade de suspender a vacina da aftosa no RS, sendo esse um passo extraordinário em termos econômicos e sociais para a produção gaúcha. Este avanço no status sanitário pode repercutir em novos mercados, valorizar mais as produções da proteína animal, mostrando ao mundo que o RS passa a ser uma região com um diferencial a mais, com uma sistema de defesa sanitário ainda mais confiável e robusto para, vislumbramos um futuro ainda melhor para o setor e para o Rio Grande como um todo”, avalia o presidente Rogério Kerber, presidente do Fundesa.